Perante ao tempo, todos nós somos tão pequenos. E criamos dramas tão grandes! Para situações tão fúteis. Tão supérfluas e superficiais. Já acreditei em muita coisa. Não tenho vergonha de dizer que já cheguei a duvidar do amor. Já cheguei a pensar que tem data de expiração, prazo de validade. Por que não teria? Tudo passa com o tempo, segundo muitos. Quando pequena, já acreditei que as terras além mar não passavam de fantasia. Que o Peter Pan era real. Que Hogwarts com certeza reconheceria minha aptidão a magia, e que meu ídolo me conhecia e a meu platônico amor. Bobinha. Porém, nunca machuquei a ninguém com meus sonhos. Após aprender que tudo isso em quê acreditava eram erros, e após aprender que sonhos podem, sem dúvida, machucar alguém, eu te percebi. Talvez já houvesse percebido antes, mas devido a tempestades e música alta, não dei atenção. O emaranhado de fios, os quais constituíram minha vida até o dado momento, já havia formado incontáveis nós cegos. Você ofereceu ajuda. Desconfiei, mas por fim me dei por vencida. Escutei suas táticas e razões. A tempestade se tornou numa garoa fininha e a música alta, em música de fundo. Calma. As coisas se tornaram pacíficas. Não desconfiarei do seu sorriso até então. O fio que me ligava a minha infância era curto. Passava rápido e precocemente demais por debaixo do carpete. Num suspiro lembrei-me de você. Lembrei-me apenas para fingir tê-lo esquecido. Você procurava um começo de um longo fio cheio de nós. Levaria algum tempo, e eu não me preocupava na demorar de ver-te. Sentei em algo macio perto dos meus pés, e diante de ti, sorri. Passei a não querer crer que amar tinha tempo cronometrado. Passei a não querer crer que você haveria de achar a ponta desse fio mais cedo ou mais tarde. Passei a não querer crer que pude viver sem você até hoje. E sabe o quê mais? Minha Terra do Nunca é você.
Once an author said that of all the possible combinations in the English language, "cellar door" is the most beautiful.
terça-feira, novembro 13, 2012
domingo, novembro 11, 2012
The End.
- Quem você pensa que você é?
- Sou quem você quer do seu lado.
- Presunção a sua.
- Pressuponho que sim.
- Pois saiba você, que estás errado.
- Prove-me. Me beije e diga que não sente nada.
- Não tenho nada oque provar a você.
- De fato. Porém, se engana ao pensar que não me deve nada.
- É mesmo? Por qual motivo, exatamente?
- Você é culpada pelo meu estado.
- Me poupe! Você está assim porque quer.
- Não admito que fale isso.
- Pois terá de admitir, meu bem.
- Um dia você terá de aprender a ser mais doce com o mundo e consigo mesma.
- Enquanto esse dia não chegar...
- Você não será feliz.
- Não ouse...
- Ouso! E ouso mais: Cresça! Esse mundo não gira ao seu redor, garota.
- E você pensa que pode defini-lo? Você não é mais do que eu.
- Cansei de desperdiçar palavras com você.
- Cansei de respirar o mesmo ar que você.
sábado, novembro 10, 2012
Inspiração, pra que te quero?
Nunca precisei de definir minhas metáforas, antíteses ou o modo no qual eu escrevo. Nunca necessitei de uma presença exterior ao meu cotidiano para ter assunto. Nunca precisei de uma fonte de inspiração. Nunca precisei de nenhum "você". Trechos das minhas memórias passadas eram o suficiente. Ou até mesmo lembranças do meu futuro. O gosto de uma fruta era extraordinariamente inspirador. Um sorriso de uma criança, uma frase a qual escutei durante o dia, uma moça bonita a qual eu gostaria de não saber a história. Deve ser fútil demais para sua beleza. Não faz jus. Seria mais fácil e menos decepcionante imaginar. Ontem mesmo tive uma memória da minha idade avançada. Eu estava sentada, naquelas cadeiras que balançam, coisa de idoso mesmo. Eu olhava para um pires onde estava abandonada uma xícara de chá. Não café, mas chá. Não havia ninguém por perto. Só eu e o chá. Amargo, sem dúvidas. Daí percebi que eu sentia sua falta, antes mesmo de aprender a te amar. O "você" tornou-se inspiração. Senti a vontade de te explicar. Mas não consegui. As palavra não se arranjavam de modo coerente na frase e seu olhar me pressionava de maneira a qual eu não conseguia proferi-las. Logo, desisto. E percebo, que de fato não há necessidade de falar sobre isso. Minhas atitudes por si só falam. Ou eu acredito que falem. Bem, no final, todos nós saberemos.
segunda-feira, novembro 05, 2012
Sonhando contigo.
Planejamentos sem futuro
Num futuro próximo
O qual você considera ótimo
Será que esse poema tem um fundo?
De fato, você é lindo
Educado, bem arrumado
Amargurado
Com esse sorriso provindo
De um sonho a qual não fiz menção
Cria-se então esse lugar
Com seu estrelado
Onde posso te amar
Queria poder te conjugar
Como um verbo, fácil de desafiar.
Vem ver as ondas comigo
Vou te tratar como um amigo
Até o sol abaixar
Depois, meu bem, você está perdido
Nas suas próprias conjugações.
Um expresso pra viagem, por favor.
sábado, novembro 03, 2012
Cuide-se bem.
Olhe. Olhe os outros. Preste atenção naquele. Naquele ali, com os movimentos tão leves que são quase imperceptíveis.Olhe. Olhe para baixo, o chão move-se numa velocidade graciosa. Preste atenção no brilho. Preste atenção no brilho que os olhos daquela garota tem, os olhos mais bonitos que já vi! Castanhos e profundos. Imagine-a sorrindo, o sorriso mais lindo. Imagine o mundo ao seu redor como algo belo. Sem fim, sem limites, sem violência. Sem o errado. Cada um tem sua própria estória. Sua individualidade. Você é uma caixinha de surpresa. Para todos, até para você mesmo. Ilusão você pensar que não pode se surpreender. Lembre da garota. Lembre do mar. Lembre dos seus pais. Deixe-se levar pelo sentimento doce e confortável que vem te envolvendo de mansinho. Esqueça as brigas, as lágrimas e a dor pela qual já foi submetido. Você não precisa se provar para ninguém. Você por si só, é perfeito. Na sua própria maravilhosidade. O poder igualitário, no entanto, não passa de um sonho utópico. As legendas subentendidas de acordo com seus olhares e expressões me confundem. Mas não vamos complicar, ok? Deixe por isso mesmo. Deixe por nós mesmos. Conseguiremos rir disso tudo, no final.
quarta-feira, outubro 31, 2012
Só pra não perder o espírito de Halloween.
Essa pequena fábula, que nem fábula é, é proposta num dia ensolarado a alto mar. Marujos por todo lado no navio, fedendo a peixe e tomando um bom e indispensável rum. A execução está prestes a começar e a capitã não vai demorar a vir para saudar nosso querido amigo fadado a fazer um pequeno percurso na prancha. Um pirata qualquer, igualmente deplorável como os demais, anuncia o começo da execução. Vários, que devaneavam, rapidamente se atentaram aos precedentes do acontecimento. Um perfume comum de rosas vermelhas se espalha pelo ar salgado, trazido pela bela capitã, de longos e dourados cabelos embaraçados. Sua roupa azul marinho e olhos claros traziam consigo uma certa frieza e instabilidade, assim como o oceano a que tanto amava e se dedicava. O dito cujo que iria morrer hoje, certamente, era um rapaz magrelo, moreno, com olhos tão escuros quanto as profundezas do tártaro. Sua barba por fazer e traços travessos o garantia uma certa beleza exótica, a qual a capitã condenara junto com o pecado que ele fizera. Qual seria? Isso é sigiloso. Não está aos saberes de meros marujos. Há murmúrios de quê o crime fora fazer a calculista capitã se humilhar. Para os que ousam mais, há quem diga que o erro do pobre rapaz, foi fazê-la se apaixonar. Absurdo. A opinião geral, para quem já navegava a algumas estações com a bela e intocável dama, era que tratava-se de ouro. Durante incontáveis segundos, a mulher caminhou, lado a lado com seu detento, levando-o pela a amarra em seus punhos, o homem que mais parecia garoto perto da capitã, subiu a prancha, sem maiores esforços ou reclamações. A população suja ria atrás com a desgraça alheia, e estimulavam a mulher para que a adaga que se encontrava em sua mão derramasse um pouco de sangue, antes do querido desconhecido ir para o fundo do oceano. Ordenou-se silêncio, e silêncio foi feito. Sem pouco caso nem nada, a capitã cortou as cordas que prendiam o condenado. Se não fosse o sol, podia-se jurar que os olhos da mulher tornaram-se marejados. O rapazinho foi esfaqueado 72 vezes, no coração, e apenas morreu na última. Até hoje não se sabe bem o porquê do número, sabe-se apenas que a capitã, o abraçou na última, e tentou ouvir seu morto coração, e logo em seguida, jogou-o no mar aberto. Nada mais foi dito naquele dia. Por ninguém. E muito menos pela capitã. O sol substituído pela lua regeu o navio, como sempre fazia. E tudo ficou nos conformes. Não é mesmo?
HAPPY HALLOWEEN
domingo, outubro 14, 2012
Imaginário.
Vou criar uma cidade de sonhos hoje, pouco importa se meus sonhos são sua desilusão. Ela é cinza, onde nada que você faça é certo ou errado. Um série de problemas é criado devido a monótona cor. Mas me diga, você acostumaria-se a viver em completa paz? Seria tal como um cinema mudo, só que com barulho. Muito barulho.Barulho de buzina de carro, de cachorro latindo, de furadeira, bebê chorando e alguns palavrões avulsos. Meu café no mundo cinza seria pretíssimo. Como seus olhos... Você viria pra minha casa, num dia nublado, assistiríamos um filme igualmente nublado, cor do céu. A chuva viria de mansinho, molhando-nos indelicadamente no coração. Te chamo pra comer algo, algo doce e colorido nesse mundo sem cor. Não há nada. Estou cansando-me desse mundo. Tô com fome. Quero te dizer uma coisa, qualquer coisa. Nenhuma palavra foi proferida até agora. O filme em preto e branco na TV preto e branco, nessa sala preto e branca, nessa cidade preto em branco. Paro. Será que em outro lugar, outra cidade, é assim também? Escuro, nublado, triste, barulhento? Pego você, te puxo pra meu carrinho mais ou menos, e também em preto e branco. Vou sair dessas barreiras, pretas e brancas, elas me dão alergia. Dirijo por um tempo, e por mais algum. Vou dirigindo, paro pra comer mais alguma coisa sem graça. A estrada não acaba mais. Mas continua a mesma. Olho pra você, mas é apenas um banco vazio. Está ali, apenas eu e a minha frustração. Tento voltar pra casa, mas esqueci seu significado e endereço. Encosto o caro num nada preto e branco qualquer. Fecho devagar minha pálpebras abraçando meus joelhos diante do volante. Não sei voltar. E essa merda de cidade, ainda tá aqui? Ainda tá. Ela sempre tá.
domingo, outubro 07, 2012
Continuação
- Mané!
Seu Sorriso.
Largue as palavras bonitas de lado
Sinta que você se fez bem dessa vez.
Quem diria... Você deitado,
Olhando pra mim, como se houvesse um talvez
Talvez do quê, pergunto.
Não ouso dizer.
Inacabável assunto,
Você.
Documento em branco;
Existe uma falha aí.
Não vejo nenhum avanço...
Utilizo da palavra mês.
Se faz contar presente, constante
Te quero aqui, pouco me importa a insensatez.
sexta-feira, outubro 05, 2012
Ruby.
Foi ontem. Ou seria hoje? Você veio assim... Devagar. Do nada. Rápido demais. Foi tomando seu espaço, tomando um copo de alguma coisa. Coisa doce... Amarga! Diferente. Abrindo um pequeno e profundo - no qual eu poderia me afogar - amor. Não entendi, na realidade ainda não entendo. Pensamentos os quais vejo formar, os quais tenho sede por saber. Ânsia. Algo diferente. Eu gosto. Dá um breve gosto de sorvete... De café; Num dia qualquer, um gesto qualquer. Diria até que.. Não! Não diria nada. Seria imperfeito, não combina. Não combina com seu jeito, não combina com nós. Pois é, não perdoa ninguém, esse amor.
quarta-feira, março 21, 2012
Saudades.
Você é tudo que me falta e eu tenho consciência disso, às vezes consciência até demais, chega a doer. Te deixei passar, te deixei ir. A finalidade? Meu coração ainda é todo seu. Sempre será, não tem outra forma, é só lembrar de você que dá um aperto o coração, o qual, eu queria tanto que fosse o aperto do seu abraço. Não ouso te pedir mais que isso, amor meu, perdi esse direito. Mas de vez em quando, a vejo, e olho dentro dos seus olhos, aí eu sei. Tudo vai ficar bem. Posso ficar longe de você o tempo que for. Seu coração também é meu. Sonho contigo, com seus olhos castanhos e com seu sorriso, seu riso, seu abraço, quem sabe até com seu cafuné. Não suporto mais sonhos, quero te ver e esquecer que dali a algum tempo terei de me despedir, quero te ver! Chorar pra você ver, chorar toda dor de ter te perdido meu amor! Chorar... Quero te ver chorar também, não sei se chamo isso de egoísmo mas quero te fazer falta. Quero poder te olhar, depois de algum tempo e ver o mínimo de dor que vejo nos meu olhos quando viro as costas pra você. Você sente, me pergunto, você me ama? Apenas suas palavras não valeriam. Ou talvez vale. Mas valem-se de conceitos não meus. Conceitos que prefiro que não me ame. Sei que te amo, tenho saudades. Será que você volta algum dia? Tenho saudades.
sábado, fevereiro 25, 2012
Um novo começo.
Estou cansada. Quero sombra e água fresca. Bem... Até que te quero. Não que eu adimita. Mas sei que não virá, e não te aceito dessa forma. Ou até que aceito, mas sou teimosa, orgulhosa. Não sou perfeita, assim como você também não. Vire a cara pra mim e vá embora. Experimente. Aprendo a viver sem você. Não será a primeira e nem a última decepção na minha vida. Querido, olhe para minha cara de preoucupada! Por favor... TENHO MAIS O QUE FAZER. Mesmo que você não venha a ler isso nunca, essa carta, que será jogada ao vento... Enxergará por si próprio. Eu vou fazer algo por mim mesma, nem que seja ver o programa que gosto e você não na TV. Vou comprar coisas bobas, apenas para me divertir. Um livro esquisito. Não vou ficar na sua frente mais. Já sofremos o bastante... mas do que estava falando antes mesmo? Ah sim, sombra e água fresca... mas bem que eu gostaria de substituir por uma limonada. E aí? Me diz querido... E AÍ?
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Seu próprio significado.
Abra um livro antigo, permita-se sentir seu cheiro. Abra uma gaveta e se pergunte se é o mesmo cheiro. Abra seu guarda-roupas por fim, se pergunte novamente. Se direcione aonde a direção não é existente, crie um novo sentido, pinte sua paede de vermelho, pegue um pincel e desenhe corações com tinta branca. Ou corretivo. Passe um corretivo nesse miserável. O pedaço de papel não quer que escrevam nele, o copo não quer ser sujo pela sua boca. Se pudessem correriam, mas não! Não podem ser descobertos. Mude seus móveis de lugar, sente-se ao meio da sala, finja que medita enquanto faz TUDO menos isso. Compre um gato. Ligue para aquele alguém. Veja a uma hora da manhã passar, logo após a meia noite. Ligue, tenha uma conversa que te fruste mas que te fará indagar o amor mais tarde. Não tenha medo do amor, não tenha medo nem ao menos do medo. O único que você deve temer é a solidão. Páginas limpas, gavetas vazias. guarda-roupas arrumados. Eles exalam solidão. Extraem o puro sentido dessa palavra e te joga na cara. NÃO DEIXE! Pegue papel e caneta, meu amigo. Anote aí: EU TE AMO. E dê a si mesmo.
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Querido MAR,
Observo o mundo ao meu redor. Será que ele me faz bem? Será? Por um inteiro posso descrever o mundo como cruel sem sombra de dúvidas. A água transparente, ou quase, que diariamente faz parte da sua vida. Monótona. Parada, inofensiva. Será? Terá de provar para si mesmo para ser feliz. Ou quase. Na vida não há mais ou menos. Não há nem ao menos você. Será? Me pergunto incansavelmente, se você gosta de café. Ou quem sabe um chá... Metáforas. A água a decepciona. Quero te oferecer mais que isso, então trate de aceitar. Será? Em constante mudança estás. Ontem te conhecia, água límpida, hoje me trai. Será... Trate de ser a mesma de ontem, ou me decepcionará. Você se importa, querida água, meu amor? Creio eu que não. Está todo dia ao meu ver, estou ao seu alcance, e tampouco você me busca. Será mesmo, ou interpretei errado? Você, maravilhosa na sua transparência, esconde muito na sua profundeza. Não é tão mansa assim afinal. Ande logo e revele seus segredos, não tenho todo o tempo desse mundo cruel.
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
Happiness.
Smile, smile. Olá mundo! Hoje estou de bom humor. Venha, sorria para mim. Não deixe que a oportunidade passe. Ria sobre coisas banais, espreguiçe-se, ria mais! Quanto tempo você não está de bom humor? A quanto tempo não sorri? Vai deixar passar? Aproveite! Use e abuse. Você pode. O céu é o limite. Respeite a si mesmo e veja o que acontece. Olhe aquela garota... Tão linda. Se dê a chance, acredite em si. Tudo virará poeira no final, então façamos da poeira, alegre. Acredite que pode, mesmo não podendo nada! Super auto-confiança não faz mal à ninguém de vez em quando. Smile, smile. Estou feliz, querido mundo. A Lua no céu azul é minha! Quer brincar por ela?
terça-feira, fevereiro 07, 2012
Humanos.
Imperfeitos, superficiais... Não, não negamos, no entanto não fazemos nada para mudar. Algumas enganações, quem sabe... alguns acertos incertos. Sem pensar. É uma ironia sermos seres inteligentes, se nada inteligente somos. Rearranjo as palavras, nas quais vi minha vida passar nesses anos. Dor. Sofrimento.Ignorância.. Talvez seja isso os que nos faz poder continuar, a ignorância, " Que tal eu deixar pra lá? " dizemos, e deixamos, deixamos, e deixamos.Sem nenhum pesar, sem nenhuma culpa, com o tempo tudo passa, não é mesmo? NÃO! Não é. Feche os olhos por alguns instantes, tente ver toda sua vida, tudo o que você passou... As coisas que você disse que o tempo ia levar... as coisas que você disse que ia esquecer... são as primeiras a aparecerem, as primeiras! E eu aqui, o que faço? Gastando meu tempo com coisas que qualquer humano se olhar no seu interior é capaz de ver. Procuramos realizações, tentamos realizar sonhos. Aqueles que nos fortalece. Os sonhos... Muitos se perdem sem eles. Ouvi, a não muito tempo, que a imaginação é melhor que o conhecimento. Talvez seja, sei lá... Temos sede de tudo, curiosos, e na nossa imaginação somos capazes de saber de tudo, tudinho! Artistas nada mais são que sonhadores, aqueles que escrevem, aqueles que cantam, aqueles que atuam... Atuar é o ato natural do ser humano, representação. Diga você que nunca representou, e fará todo o resto do texto ser verdade. Superficiais, tão preoucupados com a estética. Tão preoucupados com o exterior que esquecem de ver o interior. Mas somos sim, lindos. L-I-N-D-O-S, todos nós! Afinal, é a nossa própria opinião que conta, certo?
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