terça-feira, novembro 10, 2015

In front of the magical mirror


Não sei se me atrevo a descrever algo além do meu horizonte pessoal. Há muito opiniões mudaram e foram reinventadas, nada permaneceu o mesmo. Ainda assim, não se encontra um agente que saiba definir o indefinido no meu coração e a ânsia é imensa! Por dentro, há guias, caminhos, sonhos, crenças e cristais. Por fora há obrigações, dúvidas, escolhas, risadas e amores. Não entendo muito bem das coisas, a cada dia entendo menos! A abstração faz tanto sentido agora quanto a objetificação. Isso lá é palavra? As analogias, sinestesias e meditações diárias são todas tão subjetivos. Ânsia. Ansiosa. Ansiedade. Abro mão de tanto. Não defini sentimento mais. Busco, alto como uma  criança e solene como uma sacerdotisa pela resposta e grito: Mãe!!! - só não sei bem formular a pergunta.  Os sinais por vezes vêm, porém não creio ser o suficiente. A viagem no tempo me impressiona, abre-se um "warm hole". As cores fortes me fazem bem, me dizem que é real. Você é real? Está tudo bem? Por que não Lhe encontro? Venha ao meu encontro e me traga um pingente. A dança corre pelo corpo, o oculto ainda preso em amarras firmes. O auto-controle falta. A árvore grandiosa tenta me dizer, me mostrar, me guiar mas tudo parece tão confuso...  A espiritualidade se enrosca na música e se confunde com a mulher. Me frusto, não acho o sentido das palavras enigmáticas, não acho a razão! Não quero nomear sentimento mas cadê?  Sem norte. Triste como uma grande carvalho velho. Por que as brumas não se dissipam? Quem achar o caminho, favor jogar confetes no trajeto para que possa segui-lo!

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