Para você, escrevi um verso bonito. Raso e impreciso, dispensando metrificações. Não necessito de ti, no entanto admito a paixão que me corre, que te quer. Ainda assim, não revelo a razão a qual me cresce o desejo. É fácil distinguir que não a reconheço de modo nítido, não anseio em reconhecê-la. Eu prescindo do teu amor mas jamais do teu calor. Meu bem, chega junto e me faz sorrir. Me faz rir, me faz bem. Sempre parto do que não me diz respeito e rapidamente esse concepção muda. Tu passa a fazer parte de mim, assim, bem depressa. Um bom dia logo cedo, logo seu. A importância se dá na reversividade de uma música calma com pouca letra e incrível melodia. Não há sentido em comparar você, meu bebê. Por essa razão, possuo pleno conhecimento de que tu és uma canção. Assim como a música calma e repleta de melodia, lhe proponho um sonho. Sonha comigo, vem comigo pra o além-mar. Ilha bonita, me procura no fundo de todas essas notas e sílabas e me trás consigo pro teu coração. No final será um. Será nós! Independendo disso tudo, espero veementemente que não seja em vão.

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